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O que se estuda na faculdade de Fisioterapia?

Postado por Dennis Mantovani em 15-07-2019 9:00

Formar-se em fisioterapia requer estudo, e muita prática — durante e após a graduação. Apesar disso, é uma profissão fantasticamente gratificante: o profissional trata os pacientes de forma individual e pode vê-los progredir ao longo do tratamento.

Seja o comprometimento do paciente resultante de lesão ou doença, o fisioterapeuta tem o objetivo promover sua reabilitação, e retorná-lo à sua máxima funcionalidade. Isso torna o profissional um agente proporcionador de real melhoria na vida de indivíduos em situações, muitas vezes, bastante complicadas.

Se você ainda está em dúvida, saiba que a área possui ampla oferta de emprego: segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), fisioterapeuta é uma das profissões de nível superior que, nos últimos anos, tem gerado mais empregos no Brasil!

Quer saber como a faculdade capacita os alunos para isso? Confira a seguir!

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Bases para desenvolver a capacidade de reabilitar


A fisioterapia ajuda as pessoas a se recuperarem de lesões físicas ou doenças. Portanto, ao longo do curso os alunos precisam ter disciplinas focadas em áreas específicas que os tornem aptos a levar essa ajuda aos pacientes.

Algumas das áreas de estudos e conceitos, mais enfatizados no currículo do curso, são:

  • cinesiologia
  • anatomia e neuroanatomia;
  • neurociência;
  • mecânica dos tecidos;
  • estática;
  • dinâmica;
  • fisiopatologia;
  • fisiologia, entre outras.

Investigação aprofundada dos movimentos


A cinesiologia é um ramo da ciência indispensável para a fisioterapia. Ele oferece aos alunos uma visão geral de como normalmente funcionam os movimentos do corpo humano. Enquanto disciplina, aborda tópicos de movimento, como aceleração, força, deslocamento e torque.

Os alunos aprendem sobre as forças cinéticas, combinadas aos movimentos do corpo humano. Tópicos que incluem testes de força muscular também podem ser vistos em cinesiologia aplicada. Estes são úteis para determinar fontes de desnutrição ou defeitos neurológicos.

Estudo rigoroso do sistema nervoso e muscular

Outra área de grande impacto para o fisioterapeuta é a neurociência, pois abrange as funções dos sistemas nervoso e muscular. Nela, os alunos assimilam informações, do tipo: qual o ciclo de vida de cada sistema? Quais doenças que podem afetar os nervos e músculos?

A neurociência também aborda o diagnóstico de certas condições médicas e outros fatores que podem afetar o controle motor ou as habilidades de uma pessoa. Por meio dos conhecimentos adquiridos nessa disciplina, os alunos tornam-se capazes de tratar condições neurológicas ou sensoriais.

Olhar atento sobre o sistema esquelético

O aprendizado ativo sobre ortopedia revela doenças e/ou disfunções dos sistemas ósseo, muscular e das articulações. Além disso, essa matéria leva aos alunos o ensinamento de métodos de prevenção ou correção de tais problemas, do ponto de vista não cirúrgico e cirúrgico.

As habilidades desenvolvidas nesta disciplina incluem a identificação de sintomas relacionados a condições ortopédicas, gerenciamento do tratamento de fisioterapia para pacientes ortopédicos e o atendimento a pacientes recém-operados.

VEJA TAMBÉM

 
Atenção especial à relação músculo-esqueleto

Músculos e esqueleto, juntos, formam a força motriz do movimento corporal humano. Assim, diversas disciplinas do curso de fisioterapia focam nesse tema, abrangendo os sistemas esquelético e muscular.

No nível introdutório, os alunos aprendem a avaliar e tratar lesões e doenças musculoesqueléticas. Conforme vão avançando nos semestres, eles se concentram em partes e áreas específicas do corpo, como membros inferiores, superiores, coluna, pescoço, pés etc.

Estudos para condicionamento da respiração

Aprofundar no sistema respiratório fornece aos alunos ferramentas para avaliar pacientes com distúrbios, os quais dificultam ou comprometem a respiração. Tais conhecimentos dão ao estudante a capacidade de explorar a fisioterapia respiratória, e promovendo — por meio de exercícios e técnicas corretivas — o condicionamento dos pulmões dos pacientes.

Vivência clínica

É imperativo que, ao longo do curso, os fisioterapeutas vivenciam como as teorias podem ser aplicadas ao mundo real. Portanto, durante a graduação em fisioterapia, o estudante passará muitas horas em ambiente clínico. Somente assim poderá observar como os pacientes são tratados e obter experiência prática necessária para desempenhar a profissão.

Agora que você já sabe o que se estuda em fisioterapia, que tal aprender como escolher a melhor faculdade para se graduar?

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Tópicos: Fisioterapia, Graduação

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